terça-feira, outubro 18, 2005

Referendo



Vou votar NÃO sim!
Antes de mais nada, quero repudiar o referendo sobre a proibição das armas de fogo, que acontecerá no próximo domingo. Trata-se de uma bobagem, pois o jogo já está ganho pela ingenuidade de quem pensa que o tal desarmamento oficial dos cidadãos resolve o problema da violência. Na verdade o governo está dizendo: “É permitido proibir”.
Pois bem, teremos de aprovar o capítulo VI, das disposições finais, da lei de número 10.826, de 22 de dezembro de 2003, assinada pelo ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos e, sancionada pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, que regulariza o porte, o uso e a comercialização de armamento. Este último capítulo diz o seguinte: “Art. 35. É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei. § 1º Este dispositivo, para entrar em vigor, dependerá de aprovação mediante referendo popular, a ser realizado em outubro de 2005. § 2º Em caso de aprovação do referendo popular, o disposto neste artigo entrará em vigor na data de publicação de seu resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral." Ora, foi idéia do ministro, o mesmo que defendeu os assassinos do Índio Galdino, que foi morto queimado enquanto dormia em 1997, e o caso foi arquivado. O ministro também defendeu os acusados de matar o estudante Edison Hsueh em 1999 durante um trote da USP. O caso também foi arquivado.
Quando alguém está mal intensionado comete crimes de toda forma e as “armas brancas que que estão na cozinha – como cutelos, machadinhas, facões, tesouras e punhais – poderiam ser usados da mesma maneira. Alguém se lembra d cimitarra (objeto cortante) que Elias Maluco usou para supliciar e decapitar o jornalista Tim Lopes, não é arma de fogo – assim como não é pneu, gasolina e fósforo, que o bando usou para desmaterializar o cadáver, no chamado "microondas".
Depois de refletir sobre o assunto e cheguei à conclusão de que vou votar pelo "não", sim senhor! Faço a seguinte observação: jamais cacei animais, não porto arma de fogo e nem me acho capaz de fazê-lo e, além de tudo, antipatizo com a indústria de armas e a corrida armamentista, bem como sou contra a violência e siuy a favor da defesa dos direitos humanos acima de qualquer coisa. Há um clima de patrulha ideológica, com a igreja católica e entidades de direitos humanos. Além disso, o Congresso estão induzindo, via propaganda, ao povo aprovar o “sim” incondicionalmente. Se as pesquisas não forem viciadas, vamos a esmo ferir o mercado, a livre iniciativa, o direito à defesa e a liberdade. Afinal o Brasil perdeu a razão.

domingo, outubro 09, 2005

Rock'n Run

Música e esporte reunidos no Rock'n Run
No último domingo participei do Iº Rock´n Run, foi um evento esportivo diferenciado, (muito louco) que combina show de rock com corrida e caminhada. A corrida era de 6km e a largada e chegada foram em frente ao Credicard Hall.

Barão Vermelho ao Vivo (Show nota 10)
Duante o percurso de rua (na marginal) houve apresentações de bandas ao vivo, como o quarteto paulista Mestre Duka e a banda Beatsoul, que estavam mandando bronca a cada 1,5 km. AH! Mas o melhor foi depois de ter recebido a medalha, o show do Barão Vermelho. Foi foda! Faz pelo menos uns 10 anos, ou muito mais, da última vez que os ví. Adrenalina Pura. Os caras são bons!!!

No dia 12 tem mais corrida, mas desta vez colocarei fotos!!!

sexta-feira, outubro 07, 2005

A arma de espoleta e game de sangue

O dia das crianças está se aproximando e com ele a expectativa dos pequeninos em ganharem um brinquedo. Quando tinha seis anos, lembro de ter ganhado do meu pai, um revólver 38 de espoleta. Era identico a um verdadeiro. Um outro amigo, que não lembro o nome, somente o apelido "kekinha", tinha ganhado uma pistola automática, também de espoleta; um outro amigo de escola ganhou um revólver com um cano alto prateado. Éramos um trio, que fazíamos muito barulhos com as espoletas.
Nesta época nem se falava em "desarmamento infantil", e a palavra violência nem passava pela nossa cabeça. Hoje, não existem mais estes tipos de brinquedos, é proibido, pois um revólver de espoleta pode transformar uma criança em um homicida, assassino, bandido, ladrão, traficante, homicida, ou seja, um ceifador da vida. Que coisa não? Assim como os vídeos games, onde existem cenas de violência, com muito sangue. Para alguns isso pode acarretar no psicológico da criança e poderá transformá-la no futuro em um adulto problemático. Alguns pais e psicólogos querem restringir estes tipos de brinquedoas às crianças.
Com esta onda de proibição, futuramente, os educadores irão proibir a bola, pois a criança em contato com a redondinha, pode causar lesões sérias, além de incentivar a violência, na ânsia de vencer. Além do mais o futebol deve ser algo perigoso, pois há juízes que não são confiáveis. Afinal, algum pai pode tentar subornar o ditocujo para favorecer a equipe de seu filho.
Então qual será o melhor brinquedo para as crianças? Com certeza seria mais atenção por parte de nossas autoridades, com políticas públicas para que os menores não fiquem nos faróis das esquinas. E uma educação digna. Assim, as espoletas e os vídeos games não farão mal algum a nenhum adulto.

A arma de espoleta e game de sangue

O dia das crianças está se aproximando e com ele a expectativa dos pequeninos em ganharem um brinquedo. Quando tinha seis anos, lembro de ter ganhado do meu pai, um revólver 38 de espoleta. Era identico a um verdadeiro. Um outro amigo, que não lembro o nome, somente o apelido "kekinha", tinha ganhado uma pistola automática, também de espoleta; um outro amigo de escola ganhou um revólver com um cano alto prateado. Éramos um trio, que fazíamos muito barulhos com as espoletas.
Nesta época nem se falava em "desarmamento infantil", e a palavra violência nem passava pela nossa cabeça. Hoje, não existem mais estes tipos de brinquedos, é proibido, pois um revólver de espoleta pode transformar uma criança em um homicida, assassino, bandido, ladrão, traficante, homicida, ou seja, um ceifador da vida. Que coisa não? Assim como os vídeos games, onde existem cenas de violência, com muito sangue. Para alguns isso pode acarretar no psicológico da criança e poderá transformá-la no futuro em um adulto problemático. Alguns pais e psicólogos querem restringir estes tipos de brinquedoas às crianças.
Com esta onda de proibição, futuramente, os educadores irão proibir a bola, pois a criança em contato com a redondinha, pode causar lesões sérias, além de incentivar a violência, na ânsia de vencer. Além do mais o futebol deve ser algo perigoso, pois há juízes que não são confiáveis. Afinal, algum pai pode tentar subornar o ditocujo para favorecer a equipe de seu filho.
Então qual será o melhor brinquedo para as crianças? Com certeza seria mais atenção por parte de nossas autoridades, com políticas públicas para que os menores não fiquem nos faróis das esquinas. E uma educação digna. Assim, as espoletas e os vídeos games não farão mal algum a nenhum adulto.