sexta-feira, maio 16, 2008

Diadema faz homenagem a Clara Nunes

Após 25 anos da inauguração do Teatro Clara Nunes, no centro de Diadema, a prefeitura fará uma homenagem à cantora que leva o nome do teatro no próximo dia 30. Trata-se do “Noitão Mulher”, que além da sambista, serão homenageadas a poetiza Cora Coralina e a escritora Clarice Lispector.
Clara Nunes morreu em 1983, após complicações devido uma cirurgia nas varizes. Versão que é contestada por alguns, alegando erro médico. Ela é considerada uma das maiores intérpretes que o Brasil já teve. No mesmo ano de sua morte, para homenageá-la, o prefeito Gilson Menezes inaugurou o teatro de Clara Nunes.
O evento contará com apresentações musicais, de teatro, poesia e folclore. O Noitão Mulheres acontece a partir das 22h. O endereço do teatro é: Rua Graciosa, 300, no centro de Diadema. Informações no telefone 4056-3366.

segunda-feira, maio 12, 2008

Curiosidades históricas sobre o gafanhoto

Recentemente, cientistas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália dizem ter descoberto o que levaria gafanhotos a formarem os imensos enxames que destroem lavouras em alguns dos países mais pobres do mundo. Segundo os especialistas, os insetos se reúnem e saem voando em grandes grupos por temerem ser devorado por outros gafanhotos do grupo.
Para analisar a vida destes animais, os pesquisadores, usaram um sistema computadorizado de análise de movimento para acompanhar os insetos em marcha em uma área cercada. Um enxame de gafanhotos pode conter bilhões de insetos e consumir milhares de toneladas de vegetação em um único dia.
O enxame, que soa como chuva, escurece o céu do deserto e desce sobre as lavouras, deixando a terra nua e destruindo toda a vegetação em seu caminho. Os pesquisadores dizem esperar que o estudo contribua para a compreensão de quando, onde e por que esses bandos de jovens insetos se formam.
Segundo eles, isso seria crucial para o controle de populações de gafanhotos e a prevenção de desastres ambientais.
Particularmente tenho certa curiosidade por estes insetos. Isso porque aparece várias e várias vezes na bíblia. Vou citar as passagens mais famosas como em Joel 1:4 “O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor”.
Há também a passagem também em Joel 2:25 “Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador, pelo destruidor e pelo cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros”.
E a passagem em Amós 4:9 “Feri-vos com o crestamento e a ferrugem; a multidão das vossas hortas, e das vossas vinhas, e das vossas figueiras, e das vossas oliveiras, devorou-a o gafanhoto; contudo, não vos convertestes a mim, disse o SENHOR”.
Êta gafanhotada!

segunda-feira, maio 05, 2008

Professor “Quem”

Para ser professor eventual ou substituto é necessário passar por uma barreira específica: o preconceito, tanto dos alunos, como também dos professores “titulares”, ou seja, dos concursados. E isso é uma tarefa árdua, que deve envolver a direção da escola, o corpo docente e até mesmo os estudantes. Somente através de um projeto específico que envolva o professor eventual é que pode acabar com este “preconceito”.
Este preconceito é de forma indireta e muitas vezes é praticado pelos professores titulares, pois a culpam a direção, quando chegam 5 minutos atrasados e o tal “eventual” já tomou o seu lugar na sala. Acho que esta é a maior reclamação, mas nunca de forma direta ao professor substituto, mas sempre com a direção. E, o professor eventual quando escuta tal reclamação, às vezes consegue captar a “indireta”. Mas, fazer o quê? Este é o papel do professor eventual.
Já o aluno, muitas vezes não o reconhece como professor, mas sim como um “tapa buracos”, ou às vezes como um “estraga prazer”, pois a aula seria “vaga”. Se a direção não resolver elaborar um projeto específico que resolva este problema na escola, o preconceito contra os “eventuais”, tende a continuar.
Afinal, muitos alunos, ou mesmo os professores concursados, mal sabem o nome dos eventuais, e sempre questionam: “Quem deu aula no meu lugar ontem?”; “Quem são os professores substitutos dessa escola?” Afinal, quem é o professor substituto? Quem? Quem...