terça-feira, março 10, 2009

A TV, os dinossauros e a memória afetiva

Assistir televisão em canal aberto é uma tarefa árdua, pois a programação está cada vez mais velha. Velha não! Pré-histórica! Silvio Santos, Hebe, Xuxa, Raul Gil, Faustão... São apenas alguns nomes.
Essas velharadas na televisão chamou a atenção da professora Maria Thereza Fraga Rocco, especialista do Núcleo de teledramaturgia da USP. Ela explica que a sobrevivência dessas atrações se deve a um fenômeno: memória afetiva.
Segundo ela, o carisma e os jargões dessas pessoas os transformam em “familiares”.

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