quarta-feira, março 31, 2010

Há um caos

By me, myself and I

sexta-feira, março 26, 2010

Cadê?

Cadê minha senha do banco que tinha anotado em um papel e deixei na carteira, porém eu não a encontro? Cadê minha caneta que comprei na semana passada e estava dentro do livro e já não está mais? Cadê minha chave do portão que nunca acho e sempre tenho que ficar tocando a campanhia para que alguém possa me receber? Cadê minha camisa que ganhei de aniversário e já não sei onde está? Cadê o controle remoto da televisão que estava em cima do sofá? Cadê aquele CD que comprei no ano passado e não sei pra quem emprestei? Cadê aquele boné que minha mãe me deu quando viajei e já não sei onde está? Cadê aquela cueca preta de cetim que ganhei e já não a acho na gaveta? Cadê aquele livro do Drummond que estava na estante e já não está mais? Cadê aquele DVD do The Cure que tinha comprado há três anos e já não o encontro? Cadê aquele vinho chileno que comprei no Carrefour no ano passado e guardei, porém sumiu? Cadê aquela gravata que combinava com o meu terno preto que estava no guarda-roupa? Cadê o meu chinelo que comprei em Minas Gerais, vivo descalço? Cadê aquele fone de ouvido do iPod que não o encontro? Cadê aquela agenda de anotações com o telefone dela? Cadê a coleira do cachorro, para levá-lo para passear? Cadê os meus óculos que sempre procuro e ás vezes os encontro no rosto? Cadê o cadarço do tênis? Cadê a chave do carro? Cadê o par da meia? Cadê a moeda para comprar pão? Cadê o relógio... Cadê as minhas horas... Cadê você... Cadê eu...

terça-feira, março 23, 2010

My Autobiography

Sérgio de Souza Pires
My father Sebastião Pires is from Minas Gerais and my mother Cimira de Souza, is from Bahia. They came in São Paulo in 60’s e they met. Two years later, after that, they got married. When I was a child, I was naughty by nature, like every little baby, I was cute, little bit fatty and narry. Must the time I used to play with my dog called “Pingo”.

I used to watch cartoons like “Os Flinstones” and to play soccer with my friends. I had a friend and he was older than us and sometimes he picked me up to go to Morumbi stadium. There a saw Palmeiras time, at this time I was 7 years old, and this repeated many times after that. My father sometimes picked me up to see soccer game too.

With 7 years l had my first girlfriend. Mayre was her name. One year after, I found my second girlfriend, called Sônia. But… I never kissed than and they never knew that they were my girlfriend. Well… Since I was a child a get so in love so easily. I know, this is funny, but is true. Well, at this time I was a shy guy and a started to use glasses, and I still use glasses and I am shy since this time.

sábado, março 20, 2010

V - A - Z - I - O

Sabe, de repente vem assim, um vazio. Aqueles dias que de tão cheio parece que acaba sem nada, sem novidades, sem uma boa conversa, sem bons lugares para ir, sem boas músicas para ouvir, pois todas parecem chatas. Ai penso: o chato sou eu.
Sabe, às vezes o dia é tão cheio... De coisas assim,tipo uma avenida sem farol vermelho, uma música legal no rádio, uma combinação de roupaa que escolheu às pressas e deu certo, um cd legal comprado em oferta, um bom dia de alguém com um sorriso alegre. Aí penso: que coisas pequenas.
Sabe, alguns dias dei tanta gargalhada, comprei sorvete de chocolate,tomei banho de chuva, brinquei com o cachorro no quintal por horas, briguei no telefone com uma pessoa do telemarketing de uma empresa qualquer, cumprimentei vários amigos e também fui cumprimentado. Ai pensei: foi um dia legal. Que tédio!
Aí penso: esse vazio que nos preenche faz parte de nossa essência.

segunda-feira, março 15, 2010

Trilha pela mata fechada em Onça de Pitangui - MG

Foi uma aventura interessante pela mata fechada na cidade de Onça de Pitangui, bem no interior de Minas Gerais. Estávamos em três, contando comigo, o agrimensor e meu primo Zé. Passamos por lugares incríveis, com alguns rastros de animais como tamanduá, tatu, siriemas (as mais curiosas ficavam nos observando). Foram 4 horas de caminhada e tive muito medo, pois é uma região onde existem muita cascavel e jararaca. Ainda bem que não cruzei com nenhuma. Estas cobras só encontramos na cidade...







Aniversário: Malú

No último sábado foi aniversário da minha miga Malú. Porém, o bolo foi comido nesta segunda-feira... De chocolate... Uma delícia.

domingo, março 14, 2010

Um sábado: O amor acontece

Este sábado foi realmente longo, porém muito rico em acontecimentos. A começar com a aula do Marinho, na pós em Estudos linguisticos e literários. Foram duas coisas marcantes, a primeira sobre a poesia "Haikai" já tinha ouvido falar, mas nunca soube defini-la. Na sala uma aranha apareceu para assustar as meninas. Então saiu como improviso um Haikai:

Teia
A mão tateia
Um susto! A caminhar:
uma aranha sem teia

Em seguida as meninas apresentam um trabalho sobre verbetes (confesso que sempre pensei que fosse uma coisa bem chata), mas pelo contrário, sem perceber os verbetes estão em nosso dia a dia, basta vermos os recentes livros, como os almanaques ou mesmo o guia de discos, etc.

À tarde, na aula de literatura africana, teve uma palestra bem interessante com o professor e jornalista Daniel Medina, que contou um pouco da história de Cabo Verde, sua cultura, literatura etc.
Depois uma pausa para uma loira bem gelada, né (ninguém é de ferro).

À noite, ainda tinha mais surpresas, assisti ao filme "Amor Acontece" (Love Happens) e realmente é um filme bem legal, Sabe aqueles filmes que passam uma mensagem e quando acaba da vontade de sentar em algum lugar só para comentá-lo? Pois é. O Amor acontece é um desses filmes. Tem uma mensagem, apesar de ser clichê, previsível. Mas é bonito. E, por coincidência, o filme aborda um tema que vi em sala de aula: os verbetes.

Taí o trailler para dar uma checada. Êta sábado intenso...

quarta-feira, março 03, 2010

O fim da música brasileira

Não. A MPB não está morta. Pelo que ouvimos nas rádios espalhadas pelo país a música brasileira é da pior qualidade. E isso é visível... Ops! Quer dizer, audível. Basta dar uma conferida nas 40 músicas mais ouvidas em todo o país. A mais rica cultura musical do mundo sobrevive nos guetos, nos bares, na cultura do povo brasileiro em todos os estados, porém ela está escondida, não é tocada nas rádios ou está nas estantes da população brasileira com o que já foi produzido.

O gosto duvidoso desta década é parecido com o que já aconteceu antes na época da lambada, pagode, axé, sertanejo, e agora piorou: misturam tudo... Nome de “artistas” como João Neto e Ferederico, Fernando e Sorocaba, entre outras duplas ditas caipiras. O pior é que o Brasil inteiro está ouvindo estas músicas.

Confiram os 20 primeiros segundo a revista Billboard do mês de janeiro.

1) Estrela Cadênte – Victor e Leo

2) Na base do beijo – Ivete Sangalo

3) As Mascaras – Claudia Leite

4) Voa Beija-flor – Jorge e Mateus

5) Flor do meu sertão – Leonardo

6) Amor não vai faltar – Bruno e Marrone

7) O povo fala – Zezé di Camargo e Luciano

8) To nem ai – Hugo Pena e Gabriel

9) Não valeu pra você – Eduardo Costa

10) O que combina com você – Zé Henrique e Gabriel

11) Reinventar – Belo

12) E daí? – Guilherme e Santiago

13) Sinais – Sorriso Maroto

14) Não tem pra ninguém – Jeito Moleque

15) Fui – Exaltasamba

16) Curtição – João Bosco e Vinicius

17) Meteoro – Luan Santan

18) E agora nós? – Sorriso Maroto

19) Fã – Christian & Cristiano

20) Tá esperando o quê? Sorriso Maroto

terça-feira, março 02, 2010

História Infantil: Sem asas para voar

Taí um clichezinho que fiz para dar rizada...

Por Sérgio Pires

Voava rumo ao centro e minhas asas já não eram as mesmas. Ao voar pela Avenida Paulista senti que estava contra o evento. Pousei. Lá na esquina com a Augusta vi algumas pessoas que tentavam erguer voo em um tempo tão ruim. Começava a chover.

Então decidi seguir os conselhos de Cecília. Em tempos de chuva é preciso voar por cima das nuvens. O problema seria como chegar até lá. Acho que não tinha forças o suficiente.

Ao meu redor algumas pessoas desistiram de voar e começavam a andar pela calçada. Segui a multidão enquanto a chuva aumentava ainda mais. Não tinha tempo de parar em algum local para me proteger, então resolvi arriscar a voar novamente, mesmo com uma das asas machucadas.

Aproveitei que ainda não estava trovejando e calculei o tempo. Acho que demoraria pelo menos uns cinco minutos para chegar no Departamento de Voo Humano. Onde estavam me esperando. Fica lá na região central, perto da Estação do metrô Santa Cecília.

Enquanto isso, Cecília me aguardava. A reunião estava prestes a começar. Caso não chegasse a tempo, poderíamos perder as asas. Foi isso que o secretário Gustavo comentou na carta. Tudo porque na última semana voamos por áreas onde o sistema não pode nos localizar, porém ao passar perto de uma torre, fui localizado, daí então começou uma perseguição. Descobrimos que aquela área teria que pagar pedágio das asas. “Ora, não pedi para nascer com asas”, disse ao policial. Porém ele retrucou: “Todos devem ter os mesmos direitos, pois tem gente que nasce sem asas. Daí, os que têm asas tem que pagar. Caso contrário elas serão amputadas”.

Amputadas! Nunca. Carregava o envelope do licenciamento das asas que é pago junto ao Departamento de Voo humano, todos os “asantes”, como são chamados os que têm asas, devem pagar, porém, muitos não têm dinheiro e acabam amputados e se tornam “andantes”, como a maioria.

Ao chegar no departamento, Cecília estava tremendo de medo, pois estávamos na frente do juiz e estavam me esperando com os comprovantes do licenciamento das nossas asas. Ao chegar, Cecília me vê e logo me abraça aliviada. Nosso filho Pedrinho sorri com minha chegada.

Ao entregar os documentos ao juiz, ele arregala os olhos, e diz: “Infelizmente vocês esqueceram de pagar o mês 3. Então serão punidos”. Cecília foi a primeira. Veio um oficial com uma ferramenta estranha, porém bem afiada. E de uma só vez decepou as suas duas asas. Eu fui logo em seguida. E, em menos de 1 minuto estávamos os dois sem as nossas asas. Cecília chorou.

Pedrinho apenas nos olhou e falou. Pai! Vocês agora estão que nem eu. Sem asas. Que nada muleke, agora é que vamos voar. Todos sorrimos.

Mc Donald's and the devil

Mc Donald's e o tridente do 'demo'. Taí, os caras são relamente criativos. Os marqueteiros da multinacional americana colocaram seus produtos expostos em outdoors, e colocaram um suporte bem em cima. Conforme o sol bate, forma-se no final o "M" simbolo do restaurante, porém, para os da "Teoria da Conspiração", trata-se do tridente do demoo....

É... As máquinas estão dominando tudo! Elas até sabem o nosso nome!

Olhem só que invençãozinha danada. Um aparelho que já interligado com o orkut, facebook... E é capaz de nos reconhecer. Ou seja, não podemos mais nos esconder de forma alguma... Elas estarão em todas as partes... É muito bom, porém dá um certo receio de pensar em como vai ser nos próximos 5, 10 ou 15 anos. Quem venham as machines! E o Exterminador também né!