New York in 1999
Aqui estão uma série de fotos tiradas em 1999.
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Tumblr (3.0; @nyin1999)
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New York in May 1999


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Thu, 19 Jan 2012 07:52:10 -0500
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113044684
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113123683
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113109191
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113139348
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113094653
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
Central Park
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113065608
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
Liberty State
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
New York in 1999
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Picture by Sérgio Pires

http://nyin1999.tumblr.com/post/16113176420
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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Picture by Sérgio Pires

http://nyin1999.tumblr.com/post/16113163588
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
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http://nyin1999.tumblr.com/post/16113081418
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Sat, 01 May 1999 00:00:00 -0400
New York in May 1999
Picture by Sérgio Pires
Picture by Sérgio Pires
25 mil clicks e uma lembrança
Pelo quarto ano consecutivo participo da corrida de São Silvestre. É um prazer enorme participar desta corrida e a cada ano sinto muito orgulho em terminá-la. Fico ansioso ao me escrever para esta corrida, que é uma festa popular e o prêmio principal é uma singela medalha ao término da prova.
Mas, hoje recebi uma surpresa, esta foto, que foi tirada pelos organizadores do evento no dia da retirada do kit. Em volta estavam centenas de pessoas na fila para tirar esta foto. Todos faziam caras e bocas para subir neste pódio para receber apenas um click. Todos os 25 mil participantes subiram ao pódio e esta lembrança foi uma das maiores conquistas.
Ai se eu te pego, carros barulhentos e o funk
Ultimamente tenho demorado para
pegar no sono, mas não é por conta de insônia ou coisa parecida. É por causa do
barulho de alguns infelizes que insistem em dirigir o carro com um som dos
diabos, numa altura que chega a tremer a janela quando o maldito carro passa em
frente de casa tocando funk (não o original, mas aquelas músicas ridículas
cheia de palavrões e refrões repetitivos). Pensava que a música “Ai se eu te
pego” do tal Michel Teló, fosse chata, devido ao som repetitivo, mas depois que
o maldito motorista passa em frente a minha casa todos os dias das 23h30 até as
2h da manhã tocando o Mc Buiu, Mc Catraca, Mc K9, entre outros culpados que se
dizem MCs e por produzir algo tão irritante, chego a conclusão que “Ai se te eu
te pego” é um mantra.
Não quero ser preconceituoso
contra este funk brasileiro, pois tem muitas músicas interessantes, mas a falta
de cultura e de conhecimento por parte destes novos produtores musicais, faz
com que a qualidade do estilo caia. E, por incrível que pareça, por conta disso,
faz mais sucesso nas classes ditas “sabias” na A, B, C, D, E, F, G... Faz
sucesso no alfabeto inteiro esta coisa de funk cheia de palavrões.
As músicas como todos sabem, é
baixaria pura, e invadem a periferia à noite e para piorar, a moda agora é
gastar horrores em equipamento de som , para depois desfilar o veículo com o
som ligado no talo. Palavrões, xingamentos, refrões repetitivos simulando
relações sexuais... Tem de tudo nas músicas.
É um cenário dantesco! Nos finais
de semana os carros ficam de 50 a 50 metros, um veículo com o som ligado e em
volta um bandos de adolescentes que não cantam “Ai se eu te pego”, que é uma
coisa típica de televisão e da “cultura burguesa”, mas ficam dançando funk nas
ruas, simulando relações sexuais e não ficam no imaginário de pegar alguém,
pois eles já vão direto “aos finalmentes”.
“Ai se eu te pego” de Teló já não
é mais música, é um mantra acompanhado de uma coreografia ridícula. Aquela
coisa que não é para ouvir, é para dançar; tirar sarro, zoar com os amigos, ela
se popularizou tanto, que virou gíria, entre outras coisas...
Ontem, dia 15 de Janeiro, após
ouvir o mantra em versão inglês, fui para o quarto igual a um zumbi,
completamente hipnotizado com a letra “wow if i catch you... Delicius...” O
carro do funk passou com toda a sua postura sonora e eu peguei no sono com as
palavras: “wow if i catch you”, e com os olhos fechados completava com uma
coreografia imaginária.
O caminhãozinho e o gramado
Hoje (sábado, dia 7), um sábado bonito e completamente ensolarado. Logo de manhã recebo a notícia do falecimento de um vizinho. Meu pai se prontificou a ir junto comigo, foi uma intimação direta para que eu o levasse ao Cemitério São Luis, na zona sul de São Paulo. Antes de mais nada, para dar continuidade a este texto, gostaria de me apresentar: meu nome é Sérgio, como jornalista assino Sérgio Pires, mas, por se tratar de um nome comum, na web, passo a me identificar como sergios, um “s” a mais, não por conta de numerologia, ou coisas parecidas, mas sim, pela situação e facilitação para que eu encontre a mim mesmo na web! Se nem eu me encontro, como os outros irão me encontrar? Bom, antes escrevia em um blog chamado Armário Mecânico (Pensando em acabar com este blog), isso há sete anos, então, resolvi mudar de ares, coisas novas. E por isso resolvi escrever este primeiro texto.
Continuando… Fui ao enterro do Natal, um senhor de meia idade que trabalhava como padeiro, confeiteiro e foi um dos melhores em sua profissão. Ultimamente não estava trabalhando, adoeceu… E sua vida mudou de endereço e foi se encontrar com Deus. No caminho para o enterro, aliás em todos os cemitérios em vou, fico reparando nas lápides, nas pessoas que se foram. Algumas morreram muito jovens, outras já de alguma idade, mas, neste sábado, o que me chamou atenção foi um carrinho. Era um carrinho jogado no meio de uma grama bem alta, e ao chegar um pouco mais perto descobri que era uma cova de uma criança. A lápide tinha uma foto de um menino que estava quase apagada deviso as interpéries do tempo. Pude ler que nasceu em 2009 e se foi em 2011. Apenas dois anos. E vi aquele caminhãozinho atolado naquele gramado com extrema tristeza, a mesma do Senhor Natal.
O velório acabou, o enterro também e o caminhãozinho… Ele continua lá. Esperando ser desatolado.
O velório acabou, o enterro também e o caminhãozinho… Ele continua lá. Esperando ser desatolado.
Meu País - Um filme de reconquista
Meu último filme de 2011 foi nacional. Tive a sorte de assistir a este filme fantástico chamado Meu País com Rodrigo Santoro, Cauã Reymond, Debora Falabella e demais elenco. O filme chama atenção pela interpretação de Rodrigo Santoro e Debora Falabella, aliás, o filme é uma aula de interpretação.
O filme trata de amor e reconquista... Manuela interpretada por Debora Falabella, é uma doente mental, que acaba sendo o pivô desta reconquista e reconstrução de uma familia, que parecia estar acabada. Uma "doente" que se torna a cura de todos.
O filme trata de amor e reconquista... Manuela interpretada por Debora Falabella, é uma doente mental, que acaba sendo o pivô desta reconquista e reconstrução de uma familia, que parecia estar acabada. Uma "doente" que se torna a cura de todos.
Under my 2012 umbrella
Queridos (as), de certa forma, é até clichê utilizar blog,
facebook, Orkut, twitter, entre outras redes sociais para desejar boas festas,
feliz Natal e feliz Ano Novo. Acredito, particularmente, que o ideal ainda é o
velho e o bom, telefone, cartão postal (que coisa antiga!) ou o e-mail. Talvez
este último seja o mais ideal, mas não aquele e-mail coletivo, mas sim o individual.
Aquele e-mail que você endereça realmente para a pessoa que você deseja se
comunicar.
Estes dias ao sair pela cidade, achei um guarda-chuvas, e
confesso que odeio este objeto que só serve para ser perdido ou achado. Mas,
foi um engano da minha parte. Com o tal guarda-chuvas caminhei pela 25 de Março
com um sol danado e, quando estava quase jogando fora, o céu mudou de opinião e
mandou uma chuva daquela. O povo se enfiou nas lojinhas, e eu apenas abri o tal
guarda-chuvas. Andei tranquilamente protegido e pude usufruir daquele objeto
que pensava ser imprestável.
Foi uma pequena lição em 2011. Das pequenas coisas que
apareceram se tornaram grandes, com vitórias e conquistas significativas. Ter
um guarda-chuvas não é sinônimo de estar protegido, é saber preciso abri-lo na
hora certa, para proteger também quem estava comigo. Foi assim, e assim será
sempre, o maior Guarda-Chuvas de todos: Deus. Nas horas mais importantes sempre
esteve presente.
Isso não quer dizer que mudei a minha opinião sobre o tal
guarda-chuvas que detesto, mesmo tendo me ajudado. O negócio chato! Mas, que em
2012 podemos ser abençoado por Deus debaixo do seu guarda-chuvas e, que nossos
objetivos sejam conquistados! Como
diz a Rihanna: “Under my umbrella... He he he...
Estradas e caminhos de Minas
Uma pequena viagem para Minas Gerais é possível ver paisagens exorbitantes. O que me chamou atenção foi a conservação das estradas, que estão ótimas e uma pequena cachoeira na entrada de Onça de Pitangui.
Tranquilino
Tranquilino: Este é o nome da figura carismática que frequenta a Câmara Municipal de Diadema, entre outras do ABC. Tranquilino é príncipe, herdeiro, candidato à Presidência da República. Já foi entrevistado por vários jornais, revistas... E, agora, diz ele: "começo a campanha para as próximas eleições". Com um modo peculiar de cumprimentar, Tranquilino por onde passa, vai com a mesma indumentária, sempre pregando: tranquilidade e sorrisos.
Mortadela, luzes e Igreja
Três momentos diferentes registrados nestas imagens acima.
A primeira, trata-se do maravilhoso sanduba de mortadela do centro de sampa. Não... Não é aquele do Mercadão que também é maravilhoso. Este é da casa da Mortadela, que fica na esquina mais famosa do Brasil, na São João com Ipiranga.
A segunda imagem foi ainda em setembro quando as primeiras luzes de Natal brilharam em Interlagos. E, a última foi tirada no dia 22 de dezembro, todas às vezes que passo no Largo São Bento, olho para esta igreja, que tem uma arquitetura fantástica.
Feliz Natal!
Natalnatalnatalnatalnatalnatal
Desejo um feliz natal a todos que acompanharam este pequeno
Armário. Um feliz natal a todos e todas...
Verme que roeu as carnes
“É melhor viver 10 anos a mil do que mil anos a 10”, frase de uma música popular que tem suas verdades. Depois de ver as notícias horríveis nos jornais, sobre violência, corrupção, crise econômica, entre outros fatos horripilantes, cheguei a seguinte conclusão: quero aproveitar todas as oportunidades que aparecerem a minha frente.
Se aparecer um vendedor de jogo do bicho e da loteria federal não vou perder a oportunidade de comprar; quando passar em frente a casa lotérica vou fazer aquela “fezinha” para tentar ganhar o prêmio acumulado.
Vou passar em frente de um restaurante chinês e comer aquele prato gigantesco de frango xadrez. À tarde, comerei hot dog do carrinho da esquina com muita maionese e quando sentir fome novamente vou entrar em um boteco e comer aquela coxinha com uma coca-cola e aos sábados é de lei: Pastel Especial na feira com um caldo de cana grande. E, também sair à noite, teatro, cinema, shows, restaurantes...
É isso aí, aproveitar a vida sem culpa em todos os sentidos. Tudo isso sem tirar a nossa responsabilidade que temos perante a casa, a rua e o trabalho e da nossa própria vida pessoal com os nossos objetivos.
Afinal de contas não podemos nos dar o direito de levar a vida igual ao personagem de Machado de Assis, Brás Cubas, que morreu aos 64 anos, sem alcançar seus objetivos. A história é contada por um defunto, que não aproveitou a vida em nada e diz em sua dedicatória: “ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver, dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas”. É isso aí! Ops! Fiz a dedicatória a esta crônica!
O Palhaço: em busca da identidade
Sempre
rir, sempre rir, pra viver é melhor sempre rir... Lembro do palhaço Bozo, que
cantava uma música com esta frase todos os dias à tarde. E na cabeça de todos,
o Palhaço sempre foi sinônimo de alegria, da inocência e do riso. Mas, quem faz
o palhaço rir? Este é o questionamento que Benjamin (Selton Mello) faz, em seu filme
O Palhaço. Pode ser clichê dizer que o palhaço é triste e se pinta de forma
alegre, isso já foi mostrado e demonstrado centenas de vezes, tanto no cinema,
quanto nas artes em geral. O Palhaço de Selton Mello vai mais longe, muito além
do imaginário do palhaço, pois busca a essência da identidade.
A
história se passa nos anos 70, quando o Circo Esperança pertencente do Sr. Valdemar
(Paulo José) e de seu filho Benjamim (Selton Mello) que formam a fabulosa dupla
de palhaços Puro Sangue e Pangaré, e fazem uma série de apresentações pelo
interior de Minas Gerais.
Benjamim
é um palhaço sem identidade, anda apenas com sua certidão de nascimento, e por
onde passa, é discriminado por não ter RG e nem comprovante de residência, porém,
vive pelas estradas na companhia da divertida trupe do circo, mas quando não
está em cena, Benjamim acha que perdeu a graça, e parte em uma aventura atrás
de um sonho, após conhecer uma garota da cidade Passos, que trabalha no Audo
Auto Peças.
Certo
dia, Lola (Giselle Motta) a esposa de Valdemar, bem mais jovem que seu pai, o
questiona, querendo um ventilador. Todos os atores também fazem seus pedidos:
adiantamento de salário, sutiã, desodorante... Mas o ventilador e a identidade
viram a sina de Benjamim. Pensando em estar apaixonado, ele abandona o circo e vai
em busca de sua identidade. Consegue tirara RG e um emprego em uma loja de
eletrodomésticos, onde rodeado por ventiladores.
O
retorno de Benjamim ao circo é emocionante. Trata-se do reencontro do “eu”, de
sua identidade. I também é a interpretação da jovem Guilhermina (Larissa
Manoela) que é filha dos ilusionistas do circo. Ela testemunha tudo o que
acontece nos bastidores; vivência todos os problemas e no final, consegue atuar.
Ela uma bela sequência de imagens, pois a câmera segue os passos da menina até
os bastidores e mostra todos os atores a reverenciando, e termina com o sorriso
da garota com o ventilador, um final fantástico. A vivência dela nos bastidores
pode ser comparada ao pequeno Selton Mello, há anos.
O interessante é a homenagem que Selton faz
aos atores do passado como Ferrugem, George Loredo, conhecido como Zé Bonitinho
e Moacyr Franco, que interpreta o delegado Justo, que é um corrupto na verdade,
em uma cena hilária.
Nos
créditos, aparecem ainda Nelson Ned e Lindomar Castilhos interpretando canções
dos anos 70, bem peculiar da época quando a história se contextualiza. O filme
já é um clássico.
Palmeiras e seus temperos errados

Imagine aquele bife suculento de filet mignon; uma sopa de legumes das mais variadas espécies de vegetais; uma feijoada light e uma farofa. Coloque tudo na mesma panela e mexa bem até ficar ao ponto. Ao ponto de quê?
Pois é! Isso é o time do Palmeiras. Uma equipe que no papel poderia ser boa teve alguns lampejos no inicio do campeonato, mas depois sucumbiu a brigas e divergências dentro e fora do campo.
Não que o Verdão seja uma equipe ruim, mas percebe-se que alguns jogadores não estão nem aí com o Palestra, pois sabem que seus empresários irão recolocá-los em outras equipes na próxima temporada.
O que é visível é a falta de interesse de alguns atletas em jogar com Felipão.
O primeiro foi Lincon, que publicamente deixou o clube e preferiu ser rebaixado com o Avaí; depois Valdivia, que em uma coletiva afirmou que não tem um relacionamento amigável com o técnico, apenas profissional. E isso deve acontecer com os demais atletas que não tiveram coragem de vir a público.
Isso é o Palmeiras. É uma mistura de talentos e de vaidades que não se combinam e não viram um prato a ser degustado. Não tem “liga” como diriam os grandes mestres da cozinha ao misturarem temperos e alimentos que se combinam.
A solução é simples: Limpeza. Sabe quando o prato está cheio de alimentos e os colocamos de lado e depois jogamos fora. É isso. Dispensa. Todo mundo embora, pelo bem do Verdão, campeão do século!
Você conhece Hatsune Miku?
Ela é sexy, tem estilo, e arrasta multidões no Japão e nos Estados Unidos. Ela é Hatsune Miku, um holograma que canta através do programa vocaloid e faz o maior sucesso no Japão e nos Estados Unidos. Seus shows arrastão multidões e a performance deste holograma requer o investimento de alta tecnologia em suas apresentações.
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