Caetano e Maria Gadu...

Não sou fã de carteirinha de Caetano Velozo e recentemente aprendi a gostar do talento de Maria Gadu. Os dois juntos são ingredientes básicos para convencer a assistir ao show na Via Funchal na última quarta-feira, dia 24. No mesmo dia estavam jogando Palmeiras e Goiás e, como palmeirense, tive maus pressentimentos antes da partida e optei pelo show, e realmente estava certo. O show maravilhoso que presenciei superou a decepção da derrota palmeirense que não assisti.

Vi uma menina de voz rouca que sabe tocar violão como nunca, às vezes em suas músicas abusava do toque de violão base, valorizando as batidas, outras vezes preferia as nuances de notas puras, que combinava direitinho com sua voz.

Já Caetano... Ele é o mestre, uma voz aveludada que passeou através dos anos e de seus vários sucessos.

Show de bola!







Dia da Consciência...

No último dia 20 de novembro fui convidado a participar do evento das comemorações das raças, organizado pela RANEL (Raízes Negras do Litoral). A entidade aproveitou a data da Consciência Negra para fazer um evento onde as pessoas de várias etnias e religiões pudessem participar. O que mais me surpreendeu é que fui convidado como jornalista autônomo e o que mais me chamou atenção foram os integrantes da tribo Tupi de Peruíbe. Hoje reduzidos apenas a 15 famílias com 45 pessoas.




O Cacique da tribo é o Ubiratan, na segunda foto de preto. Na terceira imagem foi da apresentação musical da tribo no Portinho, na Praia Grande. A última imagem estou ao lado do Pagé Nhanguarê.

Futebol é coisa de mulher

As meninas da Pós-Graduação de Estudos Linguisticos e Literários da Fundação Santo André mostraram que futebol é coisa de mulher. As meninas mostraram que sabem como tratar a redondinha e correram durante 1h30 atrás da pelota.