Férias - Momo Lamen
Ir ao bairro da Liberdade hoje em dia virou uma tradição gastronômica, é impossível não tentar experimentar as variedades gastronômicas que o bairro oferece. Eu tenho uns três restaurantes prediletos, entre eles o Momo Lamen... Estive lá ontem, dia 13 de julho e cheguei bem cedo, às 11h40 para garantir um lugar, já que as filas são enormes. O João estava comigo e o mais importantes: comemos de hashi! Ao saírmos por volta das 13h30 a fila para entrar no local já estava dobrando a quadra!
Uma restauração
A Dinâmica do Silêncio: respeito, provocação e os limites da convivência
Muitas vezes, quem recebe a provocação opta pelo silêncio e não retruca, agindo assim para evitar conflitos ou para não parecer mal-educado. No entanto, essa omissão carrega um peso psicológico e social complexo, dividindo opiniões teóricas sobre a eficácia e a saúde dessa postura.
Por um lado, a filosofia estoica, com pensadores como Epicteto, defende que a omissão e o controle das próprias reações diante de uma ofensa são sinais de virtude e força interior.
Para o estoicismo, o comportamento de não responder à provocação é positivo, pois demonstra que o indivíduo não permite que o ambiente externo perturbe sua paz mental.
Trata-se da escolha consciente de não dar poder ao provocador. Em contrapartida, a psicologia moderna e a teoria da comunicação assertiva enxergam essa omissão de forma crítica.
Teóricos como Thomas Gordon apontam que calar-se diante do desrespeito acumula ressentimento e valida o comportamento inadequado do outro. Para essa corrente, o silêncio não é "bom comportamento", mas sim uma passividade prejudicial que anula os limites pessoais.
Mas o que move o provocador? A intenção por trás das piadinhas ácidas geralmente esconde a necessidade de afirmação de poder, controle ou a busca por atenção dentro de um grupo.
Sigmund Freud, ao analisar o chiste e o humor, explicou que o sarcasmo e a ironia agressiva são formas socialmente aceitas de canalizar a hostilidade reprimida.
Quem provoca busca, muitas vezes de forma inconsciente, testar os limites do outro ou mascarar suas próprias inseguranças através da diminuição alheia. Portanto, o verdadeiro respeito só se consolida quando a diversão de um não se estabelece sobre o desconforto silencioso do outro.
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