Quem é você?

Quem é você? Perguntou-me um garoto de aproximadamente uns cinco anos ao me ver com a roupa do Zorro. Do herói mexicano esquecido e que não faz parte do universo Marvel. Ele ficou impressionado com a mascara, a capa e toda a vestimenta preta. Não saia do meu lado. Quando estava longe, seu olhar me procurava. Você é o Zorro? Perguntou em seguida. Sim. Respondi. Ele ficou a sorrir sem entender e finalizou: "Quem é você?" Sou o Sérgio, respondi. Aí ele sorriu, pois todos nós somos heróis independente da fantasia.

FSA

FSA Staff

Esporte agora é para ser visto praticado pelo “outro”


Definitivamente o povo brasileiro não dá a mínima pelo esporte (com exceção do futebol, é claro). Mas ao fazer tal afirmação quero deixar claro que a “grande” mídia em geral não colabora para mudar este cenário. E, se ao analisarmos os atletas de ponta que temos, chegaremos à conclusão que eles se destacam não pelo apoio ou qualquer tipo de patrocínio, mas sim por esforço próprio. Por isso temos que ter orgulho quando atletas brasileiros se destacam em qualquer tipo de competição internacional.
As empresas ainda não se deram conta do valor que o esporte pode agregar em um indivíduo. Não apenas nos esportes competitivos, mas no investimento na formação do cidadão. Isso deveria começar lá... Desde criança, nas aulas de educação física, valorizando outras modalidades como o vôlei, basquete, handebol, atletismo, etc.
Hoje sabemos que é necessário patrocínio para montar bons times de basquete, vôlei, etc. Aliás, há anos São Paulo não conta com um bons times de basquete ou vôlei, mas para o investimento no esporte como cidadania o que falta mesmo é uma boa gestão do poder público.
Não existem bons projetos, tanto do governo municipal, estadual ou federal. O que existe é uma pequena “virada esportiva”, que este ano, vai acontecer com verba reduzida do prefeito Haddad, mas, o evento que acontece uma vez por ano, não atinge o seu objetivo.
Em resumo, não há bons projetos que envolvam o poder público (em qualquer esfera) e a sociedade. Em outras palavras, as pessoas que ocupam as pastas de secretarias de esporte são mal capacitadas, principalmente há que envolve o nosso ministro Aldo Rebelo, que faz uma administração “de cabide”, pois não vemos fruto nenhum do seu trabalho e, isto é em efeito cascata, desde a esfera federal, até as secretarias municipais. Pode até existir pessoas com boas intenções, mas como diz o ditado: “De boa intenção o inferno está cheio”.
São necessários projetos específicos para cada comunidade, isso de acordo com as suas características, tanto culturais como geográfica. É necessário fazer uma pesquisa do local para averiguar a característica da população que mora em tal bairro onde o projeto pode ser aplicado. Bom, aí as coisas começariam a funcionar.
Enquanto isso, o esporte é coisa do “outro”, de quem joga em um time qualquer, ou de quem pode pagar uma academia. “Esporte é coisa que passa na televisão e é praticado por quem não tem nada o que fazer”. Esta é a visão de muitas pessoas que não tem acesso ao esporte. Em outras palavras, o esporte perde o seu contexto de significado e passa a ser “lazer”, para ser visto e não praticado. Tanto, que várias pastas municipais as secretarias que envolvem esporte chama-se “Esporte, Cultura e Lazer”, tudo junto e misturado, é o mesmo balaio. É nesta mesma visão equivocada é que acontece a Virada Esportiva, algo para ser visto e sendo praticada pelo “outro”, ou então, aquela ideia: “Vá e pratique esporte”, como este programa acontecesse nos outros 364 dias no ano.
Não é só de futebol que vive o homem, mas de todas as atividades físicas, capazes de fazê-lo, pensar, agir e se interagir na sociedade, transformando-o em um cidadão.


O ramo e a paciência.

Estava prestes a cortar um pé de árvore que tem em frente a minha casa e que estava seco, por duas vezes fui buscar uma serra para corta-la, arrancá-la de vez. E, para minha surpresa, eis que a vida começa a brotar bem devagar e um novo ramo se faz presente. Aprendi a ter paciência.

Corrida mirim


Júlia, sobrinha da Denise, ficou em 2º lugar na Corrida Miriam, no Constâncio Vaz Guimarães - Fica o registro de um evento bem legal e o incentivo ao esporte.

Caso Snowden: a imbecilidade de Dilma de negar o asilo político

O governo norte-americano o acusa de traidor e delator, mas para muitos ele colaborou para a liberdade de imprensa e também denunciar, ao divulgar dados, que ele próprio achava “ilegal” a atitude do governo de seu país em espionagem e acesso a certos dados sigilosos. Preso em um aeroporto na Russia, o jovem Edward Snowden viveu igual ao personagem de Tom Hanks no filme O Terminal de Steven Spielberg. Snowden pediu asilo político ao Brasil, mas a incopetencia da presidente Dilma e do ministro das Relações Exteriores, na época, Antonio Patriota, antes de ser demitido,  negaram ao pedido de Snowden.
O asilo a Snowden seria a melhor resposta ao governo norte-americano, principalmente agora, que, com os dados, descobriu-se que a presidente Dilma era investigada pelos americanos. Snowden pode ter até mais dados a revelar, mas o Brasil perdeu a oportunidade.
Mas, por quê o Brasil negou o asilo ao ex-técnico da Agência Nacional de Segurança Americana (NSA), Edward Snowden? É inexplicável. Até o O cineasta americano Oliver Stone, criticou a postura do governo brasileiro ao negar o asilo. Para ele, o Brasil se posicionou rápido demais.

Alquimia na cozinha e sabores - Feast

Descobri por caso esta revista de "alquimia culinária", experimentar sabores é algo irresistível e, mais ainda é participar diretamente da produção.

The Messenger - Johnny Marr


Depois de anos acompanhando bandas inglesas e, de vez em quando, gravando um cd aqui e outro alí com pouca expressividade, o ex-guitarrita dos Smiths Johnny Marr lança talvez, o que seja, o seu melhor álbum em carreira solo pós-smiths. The Messenger mostra Johnny ocupando os vocais com mais segurança e não canta mais em falsete, como nos álbuns anteriores. 
Percebe-se logo na primeira faixa que há uma identidade própria, sem querer imitar os vocais das pops das bandas inglesas dos anos 90.
Ouvi duas faixas, "The Messenger" e "The right things right" e foram o suficiente para me convencer a adquirir o álbum inteiro.
Percebe-se um disco homogêneo, e com boas melodias... A quarta faixa "upstarts" é fantástica, um ritmo dançante com belos riffs bem estilosos, que é a sua principal característica desde os Smiths. As nuances do álbuns estão presentes em todas as 12 faixas do CD. 
A quinta faixa "Lockdown" é um arranjo simples, e a harmonia da música empolga logo nos 10 primeiros segundos da canção.
A sexta faixa leva o nome do álbum e o vídeo está disponível no youtube (http://youtu.be/d2W8aVDxeBY), é a música de trabalho do guitarrista que prova que amadureceu e produz um pop de qualidade.
O álbum passeia às vezes pelo folk, e sempre leva um ritmo contagiante. Enfim, é um álbum agradável, bem melhor que os últimos trabalhos do seu (ex)amigo de banda Morrissey. Quem sabe Marr não vem tocar um dia no Brasil em uma futura turnê para divulgar mais seu trabalho.

História de Baderna


Marietta Baderna nasceu na cidade italiana de Placência, em 1828. Ela herdou o sobrenome de seu pai, o médico e músico Antônio Baderna. Ainda adolescente, Marietta tornou-se uma bailarina muito conhecida na região em que vivia. No entanto, naquela época a Itália passava por vários conflitos internos, incluindo a luta pela unificação do país, o que fez com que Marietta e sua família buscassem refúgio no Brasil.
Ela chegou aqui em 1849 e se fixou na cidade do Rio de Janeiro. Não demorou muito para que, com seu espírito contestador e enorme talento para dança, Baderna conquistasse uma legião de admiradores. Ela costumava se apresentar no Teatro Imperial da capital carioca.
Mas a bailarina era contestadora demais para aqueles que procuravam zelar pelos “bons costumes” naquela época – ela era conhecida por introduzir, entre os passos do ballet clássico, gestos do Iundu, uma dança de origem africana; além de coreografias de origem popular brasileira.
A Sra. Baderna também gostava de sair para beber e cantar com seus amigos e vivia com um outro artista, sem estar formalmente casada com ele. Esse comportamento “inaceitável” para a sociedade da época rendeu à Baderna um novo significado: a palavra passou a ser conhecida como sinônimo de barulho e confusão.
A essa altura, seus fãs já eram conhecidos como “baderneiros” – quando os empresários cariocas passaram a rejeitá-la, por causa de suas apresentações inovadoras, eles protestavam batendo os pés no chão, tanto durante os espetáculos quanto em protestos de rua.
Não adiantou: os conservadores persistiram e Baderna passou a ser marginalizada, até que sua carreira entrou em decadência. Ela foi obrigada a voltar para a Itália, ao lado de seu pai. Mas deixou sua marca por aqui, afinal, até hoje seu nome é sinônimo de afronta e desordem.

Os 5 jogos inesquecíveis do Palmeiras.


Em homenagem ao Palmeiras selecionei 5 jogos inesquecíveis. Não são finais de campeonatos, foram jogos simples de algumas rodadas do Campeonato Paulista e da Libertadores.

Existem as finais, semi-finais que entram para a história, mas têm jogos que são eternos, este jogo Palmeiras 2 x 0 São Paulo, o Sérginho chulapa apostou com Luis Pereira e perdeu, no final ele deu uma volta olimpica com a camisa do Palmeiras.

 
 As vitórias do Palmeiras sobre o timinho que são mais lembradas são as duas libertadores, mas destaco esta aqui, do campeonato Paulista de 86, um baile do Verdão.


 Este foi um jogo sensacional, um gol de Mirandinha no final, depois o golaço olímpico de Éder...
 

 Um jogo memorável. Após perder a primeira partida por 5 a 0, todos estavam certo que o Palmeiras estava morto, mas o time devolveu a goleada 5 a 1 no Grêmio. Foi eliminado por um gol.


 Uma sacola em cima do Santos...